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Archive for Julho, 2011

Filhos de Joao

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Filhos de JoãoExtras

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Filhos de João tem pré-estreia nesta quinta em Salvador

ConviteAntes de chegar às salas de cinema de todo o Brasil, Filhos de João – Admirável Mundo Novo Baiano, longa documentário do diretor Henrique Dantas, terá uma sessão especial nesta quinta-feira (21), às 20h, no Espaço Unibanco Glauber Rocha. O filme, que conta a trajetória dos Novos Baianos, entra em cartaz no dia seguinte em nove cidades brasileiras e a partir do dia 29 em mais outras 12 praças. Para assistir a pré-estreia, ao preço de R$ 15, os interessados devem imprimir o convite virtual que pode ser baixado aqui.

Após a exibição do filme, os convidados poderão desfrutar da companhia de alguns integrantes dos Novos Baianos, como Paulinho Boca de Cantor e Galvão, num coquetel que será oferecido pela produção no terraço do Espaço Unibanco Glauber Rocha. A festa contará com a animação do DJ Poha, um dos poucos DJs do país que embala as pistas exclusivamente com música popular brasileira. No Rio de Janeiro, DJ Poha – que fora das pistas é o publicitário baiano Yuri Almeida – é o preferido de grandes nomes da MPB, como Paulinho da Viola e Chico Buarque, para fazer a abertura de seus shows.

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Filhos de João marca renascimento do cinema baiano

Filmagens de Filhos de João
O longa Filhos de João, que estreia nesta sexta-feira (22) em todo o país, marca o renascimento do cinema na Bahia. Pela primeira vez em mais de 50 anos, uma produção cinematográfica inteiramente baiana (direção, produção, pesquisa e montagem) entra em cartaz em circuito nacional. O documentário, do cineasta baiano Henrique Dantas e que conta a trajetória dos Novos Baianos, será exibido inicialmente em nove cidades, mas a partir do próximo dia 29 entra em cartaz em outras 12 praças.

Ao todo serão 21 cidades brasileiras e mais de 50 salas de cinema exibindo Filhos de João. Isso não acontece desde 1961, quando o chamado Ciclo Baiano de Cinema ganhou o Brasil com produções como Barravento, de Glauber Rocha, e A Grande Feira, de Roberto Pires.

Para o diretor e produtor do filme, Henrique Dantas, a estreia em circuito nacional é, antes de tudo, uma vitória da perseverança. Foram 13 anos entre o início do projeto, as primeiras pesquisas e gravações de depoimentos, até a sua chegada às salas de exibição.

“O artista sabe que talento é importante, mas quem faz cinema no Brasil tem que saber não se pode desistir. Foram muitos anos tentando finalizar o projeto, que começou em 1998 e só ficou pronto em 2009. Depois, mas dois anos de batalha para conseguirmos encaixá-lo na programação dos cinemas brasileiros, que disponibilizam a maior parte de suas salas para as grandes produções internacionais”, explica Dantas.

Novos Baianos

O título do filme, Filhos de João, é uma alusão à paternidade artística dos Novos Baianos, atribuída pelos próprios integrantes do grupo ao cantor João Gilberto. Os Novos Baianos, para os mais novos, foi um grupo musical que abalou a cena artística brasileira nos anos 60 e 70, não apenas pela qualidade da música que produziam, mas pelo estilo de vida alternativa que levavam.

Ao contrário das celebridades do meio artístico de hoje, a turma de Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Paulinho Boca de Cantor e Galvão construiu o sucesso sem dar a mínima importância pra dinheiro ou imagem. “Essa magia lúdica que os Novos Baianos representam precisava ser contada. Tinha que viver em outros lugares que não fosse apenas na lembrança de quem curtiu o grupo naquela época. Imortalizar eles em um filme foi a solução”, revela o diretor.

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Filhos de João estreia 22 de julho em circuito comercial

Documentário sobre os Novos Baianos chega às salas de cinema após ser premiado em vários festivais

Filhos de João retrata a influência de João Gilberto na obra dos Novos Baianos
Os fãs dos Novos Baianos têm um motivo pra comemorar: o documentário Filhos de João, do diretor Henrique Dantas que conta a influência de João Gilberto na obra do grupo que sacudiu o país nos anos 70, chega às telonas nesta sexta-feira, 22 de julho.

 

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A  União do Vegetal tornou-se publica esta atravessando as fronteiras chegando nos Estados Unidos e Europa, recebendo homenagens no congresso nacional, então venho contar aqui da festa que tem feito na minha vida em toda minha familia que faz parte dessa maravilha da natureza

Hoje vejo que Deus é universal e atende regional e mais precisamente individual, porem a minha descoberta mais profunda do Divino  deu-se através da União do Vegetal, religião nascida no Brasil, no estado de Rondônia, em 1961, criada pelo brasileiro e baiano, José Gabriel da Costa, o grande Mestre Gabriel. Aqui  estou desde 1992   e venho me identificando com seus princípios, vendo que aqui ao contrario dos catolicos  não precisaria, me isolar da sociedade, fazer votos de castidade, nem ser remunerado, pelo contrário é uma religião onde o mestre paga a mensalidade, tem que ser casado e o trabalho é fundamental para manter sua família.

Um piloto de avião amigo meu, Marival Oliveira, me chamara vinte anos antes, mas só bem depois o reencontrei e ele encaminhou eu e Janete para beber o chá sagrado de nome Hoasca. O dia era 31 de dezembro, e desde entao   passei a ter reveillons saudáveis. Anteriormente, eu passava regado a champanhe, cerveja, uísque e ressaca. Participei de uma sessão dirigida por um mestre, na qual senti a possibilidade de equilíbrio na terra através da evolução espiritual.

Eu nem gosto de falar dessas coisas, porque elas são restritas às pessoas que tem o merecimento de chegar a esse lugar de conhecimento. Falo só para que os meus ex-colegas maconheiros tenham respeito com o meu momento, que é de buscar a verdadeira alegria e sair da escravidão das drogas para ser senhor de mim. Eu entendi a doutrina da União do Vegetal como a universidade real,  porque além de não me proibir nada, deixando que a minha consciência chegasse a escolher o meu comportamento, me deu oportunidade de estudar a vida, pelos conhecimentos recebidos, que nunca tinham sido vistos antes por mim, mas vieram com uma lógica facilmente encontrável. Aconteceu que, uma semana depois, eu deixei de beber cerveja e qualquer bebida alcoólica. Dois meses após essa vitória, foi a vez de parar, sem retorno, de usar maconha. Eu senti o lado prejudicial do uso da maconha, ou seja: a acomodação e a paranóia. Eu pensava que a maconha tinha uma luz porque eu fizera várias músicas enquanto estava sob o seu efeito, mas sentia que a luz era opaca porque o olho do maconheiro, quando drogado, fica chapado, ao passo que o olho de alguém quando bebe o Vegetal brilha como olho de criança.

 Um mestre é tambem um discípulo, estando sujeito a errar, mas tem o dever de ser um bom exemplo para permanecer no lugar de ensinar. Com isso, eu senti que a União do Vegetal traz a possibilidade de se evoluir espiritualmente e ser feliz vivendo normalmente como qualquer pessoa, indo ao cinema, ao futebol, ao teatro, contando piadas, etc. a diferença está no sentir, pensar, falar e agir. A evolução requer apenas que o homem ande de acordo com a natureza divina, estando ela na União do Vegetal ou não.

Quando parei de fumar vi parar com a maconha, quem mais ganhou foi o meu pulmão e minha memória.eu pensava que me sentia bem e ela tirava a minha caretice. Depois de sentir que o Vegetal me levara para um outro degrau de concentração, no qual o baseado não tinha mais sentido, primeiro, porque aquele estado careta que me fazia buscar um baseado para me aliviar desapareceu por completo, e segundo, porque sei que para a minha evolução espiritual e o meu equilíbrio na terra é fundamental esse rompimento com algo que polui o pulmão e causa desordem nos neurônios, que já fazia parte do meu mundo por mais de vinte anos , reconheço que foi a minha caminhada e o canal para que eu chegasse até aqui

O chá não é algo mágico que faz as coisas para mim. Vou dar um exemplo de como sinto o vegetal. É como se uma sala estivesse escura e eu ligasse a luz, clareando-a, mas quem vai encontrar o que eu estou precisando sou eu mesmo.

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Com esse espetáculo inaugurando direção artística de Jackson Costa e musical.poesia, musica e esquetes teatrais apresentados por Galvão, acompanhado por uma banda que tem os músicos: Guitarrista Káshi Galvão, baixista Didi Gomes, baterista Ricardo Pomba, vocalistas Pietro Leal e Sol, e os atores Bigu, Cecéu e Lahiri Galvão, Ulisses violão destaque.

Aconteceu no Pelourinho no dia 30 de junho, quinta-feira passada, ás 21 horas, com a Praça lotada e o público empolgado cantando junto os sucessos dos Novos Baianos, que rolaram e aplaudiram também as músicas inéditas desse novo trabalho solo.

Após o Show as pessoas da plateia comentaram e pediram a repetição do mesmo em outras semanas.

Queremos levar Poesia É A Língua de Deus, e minha, por mares nunca dantes navegados por esse aprendiz de marinheiro surpreso com a dimensão do alcance de Dê um Rolê , Mistério do Planeta A Menina dança , Preta Pretinha e outras entoadas num jovem de agora que pareciam aqueles mesmos do anos setenta eternizando Hits, revelando a atualidade da arte sempre no presente.e eu participo sendo.

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