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Archive for Janeiro, 2012

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GLOBO DA MORTE (Letra: Galvão/ Música: Moraes)

O que me faz bem está/O que me faz bem está/Nos cantos pra onde pende meu corpo/E eu/Do sol/Os raio me chamam pro sol/Da terra/Cobre o globo do meu raio/Enquanto voa o meu corpo/Enquanto cisco os pés no fogo/Ou enquanto risco arrisco olho/Em qualquer parte globo da morte/Globo da morte/O que me faz bem está/O que me faz bem está/Nos cantos pra onde pende meu corpo/E eu/O que me faz bem está/O que me faz bem está/Nos cantos pra onde pende meu corpo/E eu/O sol/Os raio me chamam pro sol/Da terra/Corre o fogo no meu raio/Tentando voa o meu corpo/Enquanto cisco os pés/Ou enquanto risco arrisco olho ao corte/Em qualquer parte , em qualquer parte/Do globo da morte/Do globo da morte/O que me faz bem está/O que me faz bem está/Nos cantos pra onde pende meu corpo/O que me faz bem está/O que me faz bem está/O que me faz bem está/O que me faz bem está…

A HISTORINHA

Do circo, que na minha infância ocupava um lugar especial no meu lazer, o globo da morte chamava-me mais a atenção que o palhaço e os leões, elefantes, macacos e etc. Só perdia para voo da morte no trapézio. Quando estava escrevendo a letra inevitavelmente veio o globo da morte. E o resto é a minha observação e vivência dentro do globo da vida que é bem próximo do outro. Eu não ando de moto nem me pagando um troco alto.

 

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