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Dia 22 de setembro faremos mais um show dessa alegre temporada  , trabalhar com essa nova geração é agradável e surpreendente . presenciar a explosão de talentos que nasce a cada momento, estar em meio aos filhos que de repente convidam os amigos e cantam e tocam  festejando a vida esses netos de João herdeiros de Novos Baianos, a historia continuando, com graça samba no gogo, brilhando Sol, Pedros,  Pablo, Pietro, Lane, Samba das Moças, Didi Gomes regendo, fazendo escola, o santamarence Ulisses, Pomba batera, Eli percursa, Bigu na assistencia e palcos, filhos Kashi e Lahiri mostrando pra que veio, Peu voltando e mais e mais …

13/08/11 – 16:48h. Última atualização: 13/08/11 – 16:48h

Pelourinho se rende ao saudosismo dos Novos Baianos

Plateia do último show no Pelô em homenagem aos Novos Baianos – Genilson Coutinho

Luiz Galvão pôs toda sua energia, sabedoria e irreverência no palco do Largo Tereza Batista, na noite desta quinta-feira (11/08). Declamando poesias e cantando sucessos que marcaram a década de 1970, como Preta Pretinha, o ex-integrante dos Novos Baianos apresentou o espetáculoPoesia é a Língua de Deus e Minha, Porque o Mundo não é uma Bola dentro da agenda do Pelourinho Cultural, programa vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-Ba), que pretende tornar o Centro Histórico um local cada vez mais rico em diversidade.

O Largo Tereza Batista reuniu gente de todas as idades, reforçando a proposta do Pelourinho Cultural de resgatar e manter viva a identidade cultural baiana, através das artes, músicas, danças e demais representações. Os convidados da noite foram Pietro Leal, vocalista da banda Pirigulino Babilake, Pedro Pondé, ex-vocalista da banda Scambo, o forrozeiro Zé Costa, as cantoras Sol Pequena e Lane Quinto e um convidado de última hora que apareceu para abrilhantar mais a festa, Pablo Moraes, sobrinho do cantor e compositor Moraes Moreira. Lane comentou a alegria em participar deste show. “Estou me sentindo na década de 1970, esse resgate da boa música é sensacional e para mim está sendo uma delícia participar”, afirmou a cantora, que se apresentou ao lado do violonista Daniel Santana e com a participação de Pietro na música Vagabundo não é fácil. Zé Costa citou a parceria que tem com Galvão. “Sempre que nos sobra um tempo compomos juntos e me considero feliz em estar ao mesmo tempo no passado, no presente o no futuro, sempre em busca de fazer o melhor para a música brasileira. Sou um freguês do Pelô e gosto quando vejo eventos como esse darem certo. Somos carentes de poesia e Galvão é um grande disseminador dessa arte”, define o artista, que cantou, dentre outros sucessos, Nóis é Jeca Mais é Jóia.

A variedade de músicas e ritmos marcou a apresentação, citando a Bossa Nova, Galvão fez uma reverência ao baiano João Gilberto, que completou 80 anos em 2011 e que é personagem do documentário Filhos de João, O Adorável Mundo Novo Baiano, que fala obviamente da trajetória do grupo Os Novos Baianos. O artista plástico Ruy Carvalho, fã do trabalho do Galvão, diz que não perde uma apresentação e fala da importância dos Novos Baianos para o cenário artístico baiano e brasileiro. “Acompanho sempre que posso o trabalho do meu amigo Galvão e acho muito bacana essa proposta do Pelourinho em valorizar nossa cultura, dando espaço a bandas que jamais serão esquecidas, como os Novos Baianos, que são atemporais. Basta ver a quantidade de jovens e adolescentes aqui presentes hoje”, conclui.

O encerramento da noite ficou por conta da música Mistério do Planeta, composta por Galvão e Moraes Moreira, que foi cantado por Pietro Leal, Pedro Pondé, Sol Pequena e o próprio Galvão, fechando com muita descontração mais uma noite de atrações do Pelourinho Cultural, para delírio do público que permaneceu até as despedidas finais dos artistas

DNA NOVOS BAIANOS

Imagens e  mais de mil palavras, aî ja é ALUNTE, palavra que dispensa explicaçao.


Luiz Galvão, um dos integrantes dos “NOVOS BAIANOS”, grupo que marcou presença significativa na música popular nos anos 70, vem apresentar um espetáculo com música, poesia, e esquetes teatrais com a direção artística de Jackson Costa , direção musical de Káshi Galvão e Didi Gomes, com participacao de Ze Costa, Pietro leal, Pedro Ponde e sol Pequena.

Eu ainda bem não acordara direito, estava abrindo os olhos e sem tomar pé na realidade do despertar, e o Barbudo chegou, às cinco da manhã querendo conversa. Recorri à prática que usávamos quando queríamos despachar alguém que nos importunava que era ler a Bíblia e, infalivelmente o incauto arrumava um jeito de abandonar a área. Pela primeira vez, não deu certo porque depois de ler um salmo, o Barbudo todo interessado disse: “Massa! Leia outro!” O surpreendente passou da conta e eu me perguntei em silêncio: O que é que eu vou fazer com esse cruzamento de carrapato com pulga? Mas uma abelha, que a imagino sobre natural, pra ser capaz de voar alto ao ponto de chegar ao quarto andar daquele apartamento de cobertura e entrar no meu quarto, vindo em meu socorro. Encantado em movimento automático estendi-lhe a mão direita e ela sentou na palma no centro do EME. A alegria que circulou em meu coração foi algo inarrável porque a cena lembra um misto da performance de um avião da esquadrilha da fumaça pousando num aeroporto e um pombo doméstico sem dono aterrissando na Praça. Depois de uma respirada de alívio Eu brinquei com ele dizendo: “Não fique triste Barbudo que ela também pousa em você.” Dito isso a abelha sentou no seu rosto. O Barbudo deu uma risada mostrando uma satisfação que beirava êxtase. Eu falei: “É que sua mãe botou néctar no seu rosto, você é uma flor Barbudo, e não fique com inveja que ela senta em você também ”. Ele, na maior ingenuidade, falou: “Vamos dar açúcar para ela”. A abelha parece que ouviu e desapareceu pelas frestas da janela, mas deu ingredientes para chama da inspiração do nascimento da letra da música Acabou Chorare para qual foi fundamental os dedos de João Gilberto e sua filha a cantora Bebel Gilberto. À noite fui ao Leblon no apartamento de Ronaldo Duarte, para convidá-lo para ser o fotógrafo câmara do filme. Ele aceitou e resolveu mudar-se com sua companheira Sosó que era filha do grande artista plástico argentino/baiano Caribé. Ronaldo agia assim de forma intempestiva devido a sua rusga com o regime militar que já o havia torturado por ter sido militante da esquerda estudantil e também o demitira da Petrobrás onde exercia a profissão de Engenheiro Mecânico. Revoltado com tais injustiças trocou, naquele período, o dedicado profissional pelo anarquista, aventureiro e para-hippie. Eu nem tinha esquentado o sofá e a abelhinha que fizera amizade comigo na madrugada daquele dia, voltou a sentar na minha mão. Falei: Essa abelha já esteve comigo hoje lá em Botafogo. As pessoas presentes espantaram-se achando que eu estava doido. É por acreditar Ipsis Litteris* nessa versão, que fiz a letra da música Acabou Chorare, na qual consegui uma linguagem poética angelical. É o que sinto dizerem, sem abrir a boca, as crianças e os adultos com corações meninos. Alguém pode até argumentar que era outra abelha, mas vai ficar falando sozinho porque a minha relação com esse insetozinho do bem e reservado ao máximo é profunda ao ponto de até hoje elas, as abelhas sentarem na minha mão e no meu rosto, deixando os presentes assustados. E na maior tranquilidade não permito que as espantem. Quando isso acontece acredito ser sinal de boa sorte naquele dia. Telefonei para João Gilberto contando que estava fazendo uma letra sobre essa relação com a abelhinha. João disse: “Puxa Luizinho! ( É assim que ele me chama) Eu estava falando com o poeta Capinan e ele lembrava que a abelha beija a flor e faz o mel, e eu gostei e completei: ‘E ainda faz zun-zun”. Perguntei a João: “Posso usar isso?” E ele aprovou dizendo: “Deve”. Não parou por aí, João contou-me que sua filha Bebel Gilberto, nascera no Brasil e pequena ainda morara nos Estados Unidos, e logo se mudara para o México. Ali naquele país a menina levara uma pancada, e ele, João, preocupado, com a aflição de pai nessas horas, foi acudi-la, mas Bebel reagira corajosamente e, na sua inocência de criança, falando uma língua em formação, o acalmou assim: “Não! Não! Acabou Chorare”. E deu uma risadinha escondendo a dor. Escrevi a letra pronta mostrei a Moraes que colocou a música na hora

Filhos de Joao

Filhos de JoãoExtras

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Filhos de João tem pré-estreia nesta quinta em Salvador

ConviteAntes de chegar às salas de cinema de todo o Brasil, Filhos de João – Admirável Mundo Novo Baiano, longa documentário do diretor Henrique Dantas, terá uma sessão especial nesta quinta-feira (21), às 20h, no Espaço Unibanco Glauber Rocha. O filme, que conta a trajetória dos Novos Baianos, entra em cartaz no dia seguinte em nove cidades brasileiras e a partir do dia 29 em mais outras 12 praças. Para assistir a pré-estreia, ao preço de R$ 15, os interessados devem imprimir o convite virtual que pode ser baixado aqui.

Após a exibição do filme, os convidados poderão desfrutar da companhia de alguns integrantes dos Novos Baianos, como Paulinho Boca de Cantor e Galvão, num coquetel que será oferecido pela produção no terraço do Espaço Unibanco Glauber Rocha. A festa contará com a animação do DJ Poha, um dos poucos DJs do país que embala as pistas exclusivamente com música popular brasileira. No Rio de Janeiro, DJ Poha – que fora das pistas é o publicitário baiano Yuri Almeida – é o preferido de grandes nomes da MPB, como Paulinho da Viola e Chico Buarque, para fazer a abertura de seus shows.

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Filhos de João marca renascimento do cinema baiano

Filmagens de Filhos de João
O longa Filhos de João, que estreia nesta sexta-feira (22) em todo o país, marca o renascimento do cinema na Bahia. Pela primeira vez em mais de 50 anos, uma produção cinematográfica inteiramente baiana (direção, produção, pesquisa e montagem) entra em cartaz em circuito nacional. O documentário, do cineasta baiano Henrique Dantas e que conta a trajetória dos Novos Baianos, será exibido inicialmente em nove cidades, mas a partir do próximo dia 29 entra em cartaz em outras 12 praças.

Ao todo serão 21 cidades brasileiras e mais de 50 salas de cinema exibindo Filhos de João. Isso não acontece desde 1961, quando o chamado Ciclo Baiano de Cinema ganhou o Brasil com produções como Barravento, de Glauber Rocha, e A Grande Feira, de Roberto Pires.

Para o diretor e produtor do filme, Henrique Dantas, a estreia em circuito nacional é, antes de tudo, uma vitória da perseverança. Foram 13 anos entre o início do projeto, as primeiras pesquisas e gravações de depoimentos, até a sua chegada às salas de exibição.

“O artista sabe que talento é importante, mas quem faz cinema no Brasil tem que saber não se pode desistir. Foram muitos anos tentando finalizar o projeto, que começou em 1998 e só ficou pronto em 2009. Depois, mas dois anos de batalha para conseguirmos encaixá-lo na programação dos cinemas brasileiros, que disponibilizam a maior parte de suas salas para as grandes produções internacionais”, explica Dantas.

Novos Baianos

O título do filme, Filhos de João, é uma alusão à paternidade artística dos Novos Baianos, atribuída pelos próprios integrantes do grupo ao cantor João Gilberto. Os Novos Baianos, para os mais novos, foi um grupo musical que abalou a cena artística brasileira nos anos 60 e 70, não apenas pela qualidade da música que produziam, mas pelo estilo de vida alternativa que levavam.

Ao contrário das celebridades do meio artístico de hoje, a turma de Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Paulinho Boca de Cantor e Galvão construiu o sucesso sem dar a mínima importância pra dinheiro ou imagem. “Essa magia lúdica que os Novos Baianos representam precisava ser contada. Tinha que viver em outros lugares que não fosse apenas na lembrança de quem curtiu o grupo naquela época. Imortalizar eles em um filme foi a solução”, revela o diretor.

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Filhos de João estreia 22 de julho em circuito comercial

Documentário sobre os Novos Baianos chega às salas de cinema após ser premiado em vários festivais

Filhos de João retrata a influência de João Gilberto na obra dos Novos Baianos
Os fãs dos Novos Baianos têm um motivo pra comemorar: o documentário Filhos de João, do diretor Henrique Dantas que conta a influência de João Gilberto na obra do grupo que sacudiu o país nos anos 70, chega às telonas nesta sexta-feira, 22 de julho.

 

A  União do Vegetal tornou-se publica esta atravessando as fronteiras chegando nos Estados Unidos e Europa, recebendo homenagens no congresso nacional, então venho contar aqui da festa que tem feito na minha vida em toda minha familia que faz parte dessa maravilha da natureza

Hoje vejo que Deus é universal e atende regional e mais precisamente individual, porem a minha descoberta mais profunda do Divino  deu-se através da União do Vegetal, religião nascida no Brasil, no estado de Rondônia, em 1961, criada pelo brasileiro e baiano, José Gabriel da Costa, o grande Mestre Gabriel. Aqui  estou desde 1992   e venho me identificando com seus princípios, vendo que aqui ao contrario dos catolicos  não precisaria, me isolar da sociedade, fazer votos de castidade, nem ser remunerado, pelo contrário é uma religião onde o mestre paga a mensalidade, tem que ser casado e o trabalho é fundamental para manter sua família.

Um piloto de avião amigo meu, Marival Oliveira, me chamara vinte anos antes, mas só bem depois o reencontrei e ele encaminhou eu e Janete para beber o chá sagrado de nome Hoasca. O dia era 31 de dezembro, e desde entao   passei a ter reveillons saudáveis. Anteriormente, eu passava regado a champanhe, cerveja, uísque e ressaca. Participei de uma sessão dirigida por um mestre, na qual senti a possibilidade de equilíbrio na terra através da evolução espiritual.

Eu nem gosto de falar dessas coisas, porque elas são restritas às pessoas que tem o merecimento de chegar a esse lugar de conhecimento. Falo só para que os meus ex-colegas maconheiros tenham respeito com o meu momento, que é de buscar a verdadeira alegria e sair da escravidão das drogas para ser senhor de mim. Eu entendi a doutrina da União do Vegetal como a universidade real,  porque além de não me proibir nada, deixando que a minha consciência chegasse a escolher o meu comportamento, me deu oportunidade de estudar a vida, pelos conhecimentos recebidos, que nunca tinham sido vistos antes por mim, mas vieram com uma lógica facilmente encontrável. Aconteceu que, uma semana depois, eu deixei de beber cerveja e qualquer bebida alcoólica. Dois meses após essa vitória, foi a vez de parar, sem retorno, de usar maconha. Eu senti o lado prejudicial do uso da maconha, ou seja: a acomodação e a paranóia. Eu pensava que a maconha tinha uma luz porque eu fizera várias músicas enquanto estava sob o seu efeito, mas sentia que a luz era opaca porque o olho do maconheiro, quando drogado, fica chapado, ao passo que o olho de alguém quando bebe o Vegetal brilha como olho de criança.

 Um mestre é tambem um discípulo, estando sujeito a errar, mas tem o dever de ser um bom exemplo para permanecer no lugar de ensinar. Com isso, eu senti que a União do Vegetal traz a possibilidade de se evoluir espiritualmente e ser feliz vivendo normalmente como qualquer pessoa, indo ao cinema, ao futebol, ao teatro, contando piadas, etc. a diferença está no sentir, pensar, falar e agir. A evolução requer apenas que o homem ande de acordo com a natureza divina, estando ela na União do Vegetal ou não.

Quando parei de fumar vi parar com a maconha, quem mais ganhou foi o meu pulmão e minha memória.eu pensava que me sentia bem e ela tirava a minha caretice. Depois de sentir que o Vegetal me levara para um outro degrau de concentração, no qual o baseado não tinha mais sentido, primeiro, porque aquele estado careta que me fazia buscar um baseado para me aliviar desapareceu por completo, e segundo, porque sei que para a minha evolução espiritual e o meu equilíbrio na terra é fundamental esse rompimento com algo que polui o pulmão e causa desordem nos neurônios, que já fazia parte do meu mundo por mais de vinte anos , reconheço que foi a minha caminhada e o canal para que eu chegasse até aqui

O chá não é algo mágico que faz as coisas para mim. Vou dar um exemplo de como sinto o vegetal. É como se uma sala estivesse escura e eu ligasse a luz, clareando-a, mas quem vai encontrar o que eu estou precisando sou eu mesmo.


Com esse espetáculo inaugurando direção artística de Jackson Costa e musical.poesia, musica e esquetes teatrais apresentados por Galvão, acompanhado por uma banda que tem os músicos: Guitarrista Káshi Galvão, baixista Didi Gomes, baterista Ricardo Pomba, vocalistas Pietro Leal e Sol, e os atores Bigu, Cecéu e Lahiri Galvão, Ulisses violão destaque.

Aconteceu no Pelourinho no dia 30 de junho, quinta-feira passada, ás 21 horas, com a Praça lotada e o público empolgado cantando junto os sucessos dos Novos Baianos, que rolaram e aplaudiram também as músicas inéditas desse novo trabalho solo.

Após o Show as pessoas da plateia comentaram e pediram a repetição do mesmo em outras semanas.

Queremos levar Poesia É A Língua de Deus, e minha, por mares nunca dantes navegados por esse aprendiz de marinheiro surpreso com a dimensão do alcance de Dê um Rolê , Mistério do Planeta A Menina dança , Preta Pretinha e outras entoadas num jovem de agora que pareciam aqueles mesmos do anos setenta eternizando Hits, revelando a atualidade da arte sempre no presente.e eu participo sendo.

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